Confusão na Câmara de Porto Velho vira caso de polícia
Briga no gabinete de Dr. Breno Mendes termina em BO, exame no IML e versões opostas sobre agressão
Autor
Redação
Publicado em
Leitura
2 min
Região
📍 Porto Velho - RO
Fonte
sgc.com.br

A confusão na Câmara de Porto Velho saiu do bate-boca e foi parar no boletim de ocorrência nesta terça-feira (2), após um desentendimento dentro do prédio do Legislativo municipal envolver o vereador Dr. Breno Mendes, o assessor João Batista e o ativista Alex Sander da Silva Morong. A Polícia Militar foi acionada e o caso passou a ser tratado oficialmente como ocorrência a apurar.
O que diz o vereador
Segundo Dr. Breno, o ativista teria ido ao gabinete e adotado postura considerada hostil com servidores. No auge da discussão, ainda de acordo com o parlamentar, Alex Sander teria agredido o assessor João Batista, de 72 anos, provocando ferimento no rosto e sangramento.
Após o episódio, Dr. Breno procurou a PM para formalizar a denúncia e informou que acompanhou o assessor ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito.
A versão do ativista
Alex Sander, por sua vez, apresentou outra narrativa. Ele afirma que pediu a presença da PM para registrar uma ocorrência relacionada a pessoas que, nos últimos dias, teriam rasgado um cartaz de sua propriedade dentro da Câmara.
Ainda segundo o ativista, durante o atendimento, ele teria sido abordado pelo vereador e, depois, agredido pelo parlamentar. Dr. Breno nega: diz que não agrediu, apenas empurrou Alex Sander para interromper a situação, após presenciar a suposta agressão ao assessor.
Bastidores: quando o plenário vira delegacia
O que chama atenção — além do cenário — é o pacote completo: PM acionada, versões conflitantes e exame no IML. Em tempos de sessão acalorada, a Câmara virou palco de “protocolo policial” no meio do expediente.
No fim, a PM registrou a ocorrência e o caso deve ser apurado para esclarecer as circunstâncias e responsabilidades. Nos próximos dias, a tendência é que surjam novos capítulos: coleta de imagens internas, oitivas e possível escalada para representações formais (Corregedoria da Casa, Polícia Civil e até Ministério Público, a depender do que a apuração confirmar).
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