Conselheiro de Trump ofende brasileiras e gera reação
Paolo Zampolli disse à TV italiana que brasileiras seriam “programadas” e usou xingamentos; caso repercute no Brasil
Autor
Redação
Publicado em
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2 min
Fonte
G1.globo

O conselheiro de Trump que ofendeu brasileiras em entrevista à emissora italiana RAI virou um problema político-diplomático de exportação nesta quinta-feira (24/4). Paolo Zampolli, apresentado por veículos brasileiros como enviado especial/conselheiro do governo Trump para assuntos globais, afirmou que brasileiras seriam “programadas para arrumar confusão” e usou termos misóginos como “raça maldita” ao comentar a relação com a ex-esposa, a brasileira Amanda Ungaro.
O que ele disse (e por que pegou tão mal)
Na entrevista, Zampolli generaliza mulheres brasileiras com estereótipos e xingamentos, em tom de desabafo pessoal — mas com impacto público por envolver alguém ligado ao entorno do presidente americano. O conteúdo circulou rapidamente em redes sociais e em sites de notícia, com forte reação pela carga de misoginia e xenofobia embutida nas falas.
A origem do “desabafo”: ex-mulher, disputa e deportação
A fala teria surgido quando Zampolli comentava a ex-mulher, Amanda Ungaro, com quem foi casado por cerca de duas décadas. A história ganhou camadas nos últimos meses por causa da disputa judicial envolvendo o filho do casal e pela deportação de Ungaro dos EUA em outubro de 2025, tema que já vinha sendo explorado pela imprensa internacional.
Bastidor: quando o privado vira diplomacia
O estrago aqui é clássico: uma briga pessoal ganha microfone, o microfone vira manchete, e a manchete vira cobrança — porque não é “um cidadão falando”, é alguém apresentado como parte do governo. E, em tempos de redes, esse tipo de declaração costuma alimentar notas públicas, pedidos de explicação e pressão de entidades de defesa dos direitos das mulheres.
Agora, o caso deve seguir repercutindo com cobranças por posicionamento oficial e com a circulação do trecho da entrevista em novos recortes, enquanto veículos e autoridades monitoram se haverá resposta formal do governo dos EUA ou desdobramentos judiciais ligados à disputa do ex-casal.
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