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Polícia,  Cidades

Força Total: 119 mil PMs nas ruas e 3,5 mil prisões

Operação nacional de março apreendeu 47,5 toneladas de drogas e tirou 278 armas de circulação, diz CNCGPM

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

Policia Militar de Rondônia | @pmro_oficial

Força Total: 119 mil PMs nas ruas e 3,5 mil prisões
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A Operação Força Total mobilizou 119.048 policiais militares e 42.004 viaturas em todo o Brasil e terminou com 3.538 prisões em flagrante e 362 adolescentes apreendidos. O balanço é do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícia Militar (CNCGPM), que divulgou os resultados da 25ª edição da ação, realizada nos dias 26 e 27 de março de 2026.

O “pacote” da operação: armas, drogas e veículos

Nos dois dias de fiscalização e policiamento ostensivo, as equipes apreenderam 278 armas de fogo e 47.565 quilos de drogas (47,5 toneladas), segundo o conselho que reúne os comandantes-gerais das PMs.

No recorte de crimes patrimoniais e trânsito, o número também é grande: foram 404 veículos recuperados, 47.175 veículos autuados e 2.575 veículos apreendidos.

O que o CNCGPM quer sinalizar (sem rodeios)

O discurso oficial é de integração entre corporações estaduais e aumento de capacidade de resposta contra ações criminosas, com a Força Total funcionando como vitrine de efetivo, saturação de áreas e presença ostensiva.

O presidente do conselho, coronel PM Renato dos Anjos Garnes, destacou o empenho das tropas e defendeu que operações desse porte reforçam a cooperação e o compromisso com a segurança pública.

E Rondônia na história?

A divulgação foi publicada no canal institucional da PM de Rondônia, dentro do balanço nacional do CNCGPM — sinal de alinhamento da PMRO à estratégia de ações coordenadas e de grande visibilidade.

Desdobramentos: a tendência é o CNCGPM usar esses números para sustentar novas edições e pedir reforço de políticas integradas (inclusive com foco em drogas e armas). Nos estados, o próximo capítulo costuma ser local: onde a saturação “apertou”, surgem prisões e apreensões; onde faltou continuidade, o crime volta a respirar.

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