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Esporte,  Cidades

Futebol de RO injeta R$ 7 milhões em 3 meses e turbina clubes

Premiações da CBF e competições da FFER puxam receita; Copa do Brasil, Série D, Copa Verde e feminino entram na conta.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

3 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

ffer.com.br

Futebol de RO injeta R$ 7 milhões em 3 meses e turbina clubes
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O futebol rondoniense começou 2026 com o caixa mais leve — no bom sentido. Em apenas três meses de temporada, as competições oficiais da FFER e da CBF já colocaram cerca de R$ 7 milhões em premiações diretamente nas contas de clubes filiados, dinheiro vindo da iniciativa privada e ligado a desempenho e participação em torneios nacionais.

Copa do Brasil puxa o maior volume

A principal “torneira” desse início de ano foi a Copa do Brasil. Guaporé e Ji-Paraná entraram na 1ª fase e avançaram ao eliminar, respectivamente, Galvez (AC) e Pantanal (MS). Na fase seguinte, ambos caíram para clubes gaúchos (Juventude-RS e Ypiranga-RS).

Já o Gazin Porto Velho começou na 2ª fase, passou pelo Operário Várzea-grandense (MT), avançou à 3ª e foi eliminado pelo Atlético Goianiense no Aluízio Ferreira. Somando as campanhas, Ji-Paraná, Guaporé e Gazin Porto Velho receberam aproximadamente R$ 4,2 milhões só pela Copa do Brasil.

Série D e Copa Verde também rendem

Além da Copa do Brasil, a participação de Guaporé e Gazin Porto Velho na Série D garante cerca de R$ 500 mil por clube apenas na primeira fase. Na Copa Verde, a conta também é relevante: cada clube recebe R$ 125 mil na 1ª fase e, dependendo do avanço, as quatro fases podem render cerca de R$ 400 mil.

Futebol feminino entra forte no caixa

O futebol feminino de Rondônia também ganhou musculatura em 2026. Desportiva Itapuense e Rolim de Moura estrearam no Brasileiro Feminino A3 e cada equipe recebeu R$ 120 mil, valor referente à 1ª fase.

E vem mais por aí: a Copa do Brasil Feminina 2026 terá premiações turbinadas — R$ 1 milhão para o campeão e R$ 500 mil para o vice. As cotas começam em R$ 25 mil na 1ª fase e vão subindo a cada etapa. A CBF também anunciou investimento superior a R$ 685 milhões no futebol feminino, considerando várias competições.

Apoio fora do prêmio e investimento em estádios

Além das premiações, os clubes contam com suporte financeiro em transporte, hospedagem e alimentação nas competições. A FFER destaca que também banca ações como pagamento integral da arbitragem no Rondoniense Sicredi, transporte e transferências de atletas.

No pacote de estrutura, o projeto Palcos do Futebol investiu cerca de R$ 900 mil em melhorias em cinco estádios: Aluízio Ferreira, Portal da Amazônia, Luiz Alves Ataíde, Cassolão e Biancão, com revitalização de vestiários, irrigação automatizada, novos bancos de reserva e equipamentos de manutenção.

O próximo passo, agora, é transformar esse ciclo de receita em permanência: com mais dinheiro circulando, a pressão sobe por estrutura melhor, elencos mais competitivos e campanhas mais longas — porque, no futebol, o prêmio é bom, mas a vitrine é que muda o patamar.

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