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Polícia,  Cidades

Leviatã II: PF e Ibama destroem 47 balsas e dragas no Madeira

Força-tarefa mirou garimpo ilegal de ouro em Porto Velho; equipamentos foram inutilizados no local por inviabilidade de remoção.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

Polícia Federal | Instagram

Leviatã II: PF e Ibama destroem 47 balsas e dragas no Madeira | EmMinutos
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A Polícia Federal e o Ibama deflagraram, na sexta-feira (27/2/2026), a Operação Leviatã II para reprimir o garimpo ilegal de ouro e outros crimes ambientais em um trecho do rio Madeira, em Porto Velho. O balanço da ação aponta a identificação e inutilização de 47 estruturas — entre motores, dragas e balsas — usadas na atividade ilícita.

Estrutura “organizada” e exploração em larga escala

Segundo a PF, o volume e o tipo de equipamentos encontrados indicam uma operação estruturada, com capacidade de exploração contínua no leito do rio. A avaliação reforça a tese de que o garimpo ilegal na área não é improviso: tem logística, manutenção e gente para operar.

Por que a destruição foi feita no local

A força-tarefa informou que não foi possível remover os equipamentos da área de atuação. Diante disso, as embarcações e motores foram destruídos/inutilizados no próprio local, medida prevista na legislação para impedir a continuidade do crime ambiental.

O que acontece com os materiais apreendidos

Ainda conforme o comunicado oficial, os itens inutilizados serão contabilizados e terão destinação definida por meio dos procedimentos administrativos cabíveis.

Investigação vai além de quem estava no rio

A Leviatã II não termina na queima de estrutura. A PF diz que as apurações seguem para alcançar a cadeia do garimpo ilegal, mirando financiadores, operadores logísticos, responsáveis pelo suporte material e também a receptação do ouro extraído irregularmente. Em português claro: a operação quer chegar em quem manda — e em quem compra.

Desdobramentos: a tendência é que, após a destruição das dragas e balsas, a investigação avance sobre fluxo financeiro e rotas de escoamento do ouro, com novas fases mirando “cabeças” do esquema — e não só o pessoal que aparece na linha d’água.

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