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Urbanismo,  Cidades

Porto Velho amarga último lugar no IPS 2026

Capital de Rondônia tem 58,59 pontos e fecha ranking das capitais; Curitiba lidera e distância passa de 12 pontos

Autor

Redação

Publicado em

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2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

G1.globo

Porto Velho amarga último lugar no IPS 2026
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Porto Velho pior capital para viver: é assim que o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026 posiciona a capital rondoniense, com 58,59 pontos (escala de 0 a 100) e a última colocação entre as 27 capitais avaliadas.

O que é o IPS e como ele mede “qualidade de vida”

O IPS é um indicador multidimensional que tenta responder se a população tem o necessário para viver e prosperar — e faz isso com base em 57 indicadores sociais e ambientais, organizados em dimensões e componentes (como necessidades básicas, bem-estar e oportunidades).

Ranking das capitais: quem está no topo e quem ficou no fim

No recorte das capitais, Curitiba aparece como líder, com 71,29 pontos. Na outra ponta, o pelotão de baixo tem Salvador (62,18), Maceió (61,96), Macapá (59,65) e Porto Velho (58,59).

Rondônia no mapa: estado também patina

O resultado de Porto Velho puxa holofote, mas o quadro é mais amplo: Rondônia ficou em 23º no ranking das unidades da federação, com média de 58,60 pontos, segundo compilações do próprio debate local sobre o IPS 2026.

Bastidores: a Prefeitura tenta virar a narrativa

No Palácio do Relógio, o discurso tem sido o de “copo meio cheio”. A própria Prefeitura divulgou que Porto Velho subiu de 57,25 para 58,59 (alta de 1,34 ponto) e apareceu como a 8ª capital que mais avançou no indicador de evolução do IPS. A gestão do prefeito Léo Moraes também já sinalizou que quer tirar a cidade do fim da tabela — o que, convenhamos, é uma meta que não exige humildade: exige obra, contrato e entrega.

O que pode vir pela frente

O IPS 2026 deve alimentar a pressão por prioridades mais “pé no chão” (saneamento, infraestrutura urbana, segurança e acesso a serviços), com cobranças tanto na Prefeitura quanto no governo estadual — e o ranking tende a virar munição permanente na Câmara, no Tribunal de Contas e nas disputas por recursos e investimentos.

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