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Polícia,  Cidades

BPCHOQUE da PMRO vira vitrine em curso da SENASP

Dois sargentos de Rondônia atuam como instrutores em Cotia (SP) e reforçam a agenda de “uso diferenciado da força”

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

Policia Militar de Rondônia | @pmro_oficial

BPCHOQUE da PMRO vira vitrine em curso da SENASP
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O BPCHOQUE da PMRO ganhou projeção fora de Rondônia ao colocar dois sargentos da unidade no papel de instrutores do Curso de Uso Diferenciado da Força (46ª, 47ª e 48ª edições), realizado em Cotia (SP) sob coordenação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). A informação foi divulgada pela própria PMRO em 8 de maio de 2026.

Instrutores de Rondônia no “banco da frente”

Na prática, os militares rondoniense não foram só para “assistir aula”: conduziram conteúdos para agentes de várias regiões do país, num curso voltado ao aperfeiçoamento técnico e operacional e à padronização de procedimentos de atuação policial.

Taser (AINM) e decisão: o núcleo do treinamento

Segundo a PMRO, as disciplinas ministradas foram Manuseio de Armas Eletroeletrônicas de Incapacitação Neuromuscular (AINM) e Processo de Tomada de Decisão no Uso Diferenciado da Força — com foco em atuação proporcional, técnica e orientada à preservação da vida.
O tema AINM está no radar nacional: o MJSP/SENASP vem atualizando normas técnicas e requisitos desses equipamentos, justamente para reforçar segurança operacional e critérios de conformidade.

Bastidor: o recado institucional

O recado, aqui, é duplo: para Brasília, a PMRO tenta se posicionar como referência técnica; para dentro de casa, o BPCHOQUE carimba que está alinhado com protocolos nacionais — algo que costuma pesar em convênios, aquisições e desenho de doutrina.

A programação, informou a PMRO, seria concluída na sexta-feira (8/5) com oficinas práticas e produção de material audiovisual para divulgação institucional. Próximo capítulo: a tendência é que a corporação use o “selo SENASP” para ampliar instruções internas e justificar novas turmas/capacitações — e isso costuma aparecer primeiro em mudanças de procedimento e, depois, em pedidos de equipamentos e treinamento continuado.

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