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Polícia,  Cidades

Caso Juliana Santiago: 1 mês após crime, TJ-RO mantém rito

Professora foi esfaqueada dentro de faculdade em Porto Velho; Justiça diz que ação segue sem interrupções e defesa pode recorrer.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

G1.globo

Caso Juliana Santiago: 1 mês após crime, TJ-RO mantém rito
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Um mês após a morte da professora Juliana Mattos de Lima Santiago, esfaqueada por um aluno dentro de uma faculdade particular em Porto Velho, o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) informou que o processo segue o trâmite normal, sem paralisações. O caso, que chocou a comunidade acadêmica e a segurança pública, continua em andamento na Justiça.

Juliana tinha 41 anos, lecionava no curso de Direito e também atuava como escrivã da Polícia Civil, segundo registros divulgados à época do crime.

Crime dentro de sala de aula

O assassinato ocorreu em 6 de fevereiro, durante a noite, e foi tratado desde o início como um episódio de extrema violência em um ambiente onde se espera justamente o contrário: debate, formação e segurança. O suspeito, aluno do curso, foi contido ainda no campus e preso em flagrante.

Prisão preventiva e andamento do caso

No fim de semana do crime, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva, decisão fundamentada, entre outros pontos, na necessidade de garantia da ordem pública.

Com a fase inicial superada, o processo entra no terreno mais “frio” — mas decisivo: coleta de provas, perícias, oitivas e a formalização das peças que sustentam a acusação.

O que a acusação sustenta

Relatos publicados por veículos nacionais indicam que a investigação analisou a dinâmica do ataque e versões apresentadas pelo suspeito, enquanto a polícia tratou o caso como feminicídio nas apurações iniciais.

Nos bastidores, é esse enquadramento que costuma definir o tom do processo: muda a narrativa, muda a pena em perspectiva e aumenta a pressão por resposta rápida.

Faculdade decretou luto e suspendeu atividades

A instituição de ensino suspendeu aulas e decretou luto institucional nos dias seguintes ao crime, em meio à repercussão local e nacional.

O próximo passo esperado é a consolidação do que falta no processo (perícias e depoimentos-chave) e a marcação dos atos seguintes pela Justiça; paralelamente, a defesa tende a intensificar pedidos e recursos sobre prisão e enquadramento, o que pode acelerar disputas técnicas — mesmo com o TJ-RO dizendo que o rito segue normalmente.

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