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Polícia,  Cidades

Escola cívico-militar: aluno é esfaqueado em Porto Velho

Ataque com canivete ocorreu no Colégio Getúlio Vargas; Seduc diz que caso não foi grave e que estudante teve alta

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

G1.globo

Escola cívico-militar: aluno é esfaqueado em Porto Velho
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Um aluno foi esfaqueado por um colega dentro de uma escola cívico-militar em Porto Velho, na manhã de quinta-feira (21 de maio de 2026). O caso aconteceu na Escola Cívico-Militar Getúlio Vargas, no Centro da capital, após uma discussão entre os dois adolescentes.

O que se sabe sobre o ataque

De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito atingiu a vítima com golpes de canivete na região abaixo do peito e nas costas. As agressões pararam depois que outras pessoas intervieram.

O estudante ferido foi socorrido e levado à Policlínica Ana Adelaide, recebeu atendimento e foi liberado em seguida.

Investigação e possível motivação

Testemunhas relataram à polícia que o adolescente suspeito teria dito que pretendia matar a vítima. A ocorrência aponta ainda que o ataque pode ter sido motivado por desentendimentos antigos.

A Polícia Civil apura também se houve relação com uma possível ligação dos adolescentes a facções rivais, hipótese mencionada como linha de investigação.

Apreensão e posicionamento da Seduc

O adolescente foi apreendido e o caso é tratado como tentativa de homicídio (no âmbito infracional, por se tratar de menor).

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) afirmou que a situação foi rapidamente controlada pela equipe escolar, que a Polícia Militar foi acionada prontamente e que a Superintendência Regional de Educação acompanha o caso e dá suporte à gestão da escola e às famílias.

No bastidor, o episódio deve pressionar a direção e a rede estadual por respostas rápidas sobre protocolos de segurança (inclusive entrada de objetos cortantes) e mediação de conflitos. O desdobramento agora depende do avanço da investigação — especialmente sobre a motivação e a eventual conexão com facções — e das medidas que a Seduc e a escola vão anunciar para evitar repetição.

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