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Polícia,  Cidades

Estudante de medicina morre após dor de cabeça e família acusa negligência

Jovem procurou hospital em Brasiléia mais de uma vez com sintomas graves; Secretaria de Saúde abriu sindicância e polícia investiga.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Brasiléia - AC

Fonte

G1.globo

Estudante de medicina morre após dor de cabeça e família acusa negligência
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A morte do estudante de medicina Jefferson Alves Pinto, de 23 anos, em Brasiléia (AC), provocou comoção e revolta no Alto Acre. A família acusa o Hospital Raimundo Chaar de negligência após o jovem dar entrada na unidade com dor de cabeça intensa e pressão arterial elevada, ser atendido e liberado, e morrer horas depois.

Idas ao hospital e piora do quadro

Segundo relatos reunidos a partir do que familiares e amigos informaram, Jefferson procurou atendimento ainda na noite anterior e voltou à unidade na madrugada, com os mesmos sintomas. Ele teria recebido medicação para alívio e, em seguida, foi liberado. A família sustenta que o caso exigia investigação mais aprofundada diante do quadro clínico.

Suspeita de AVC e apuração das causas

A suspeita inicial citada por pessoas próximas é de um evento neurológico, como AVC, mas a causa oficial depende de laudo. O corpo foi encaminhado para exames periciais, e o resultado deve esclarecer o que ocorreu e se houve falha no atendimento.

Polícia e Saúde abrem investigação

Com a denúncia, o caso entrou na esfera formal: a polícia abriu investigação e a Secretaria de Estado de Saúde informou a abertura de sindicância, com coleta de informações sobre plantões e solicitação de imagens internas para reconstruir a linha do tempo do atendimento.

Repercussão na região

A morte ganhou peso extra por envolver um estudante de medicina, o que amplificou a cobrança por respostas e reacendeu críticas sobre a estrutura e a rotina de atendimento na região. A família pede responsabilização caso fique comprovado erro, omissão ou demora na condução do caso.

O próximo passo é a conclusão da necropsia e das diligências (prontuário, depoimentos e imagens), que vão definir se a morte foi consequência de evolução rápida inevitável ou se houve falha assistencial — e a tendência é que o caso pressione por mudanças de protocolo no atendimento de sintomas neurológicos e hipertensão grave.

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