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Mundo,  Entretenimento

Gates e Buffett: os “inquebráveis” do top 10 bilionário

Ranking da Forbes em 25 anos mostra quem atravessou bolha, 2008 e a era da IA sem sair do pódio

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Redação

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2 min

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Gates e Buffett: os “inquebráveis” do top 10 bilionário
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Os mais ricos do mundo mudam de cara a cada ciclo — mas alguns nomes parecem ter cadeira cativa. Um levantamento com base nas listas anuais de bilionários da Forbes mostra quem conseguiu um feito raro: ficar entre os 10 primeiros repetidas vezes ao longo dos últimos 25 anos, atravessando da bolha da internet à corrida atual por inteligência artificial.

Os campeões de presença no top 10

No “clube dos persistentes”, Bill Gates e Warren Buffett aparecem no topo com 25 anos de presença no top 10 — basicamente, desde que o século começou, eles nunca saíram do radar.

Na sequência, o ranking mistura tecnologia, telecom, luxo e varejo: Larry Ellison (18 anos), Carlos Slim (16), Bernard Arnault (16), Jeff Bezos (10), Mark Zuckerberg (10), Amancio Ortega (10), Paul Allen (8) e Elon Musk (6).

Quem mandou no 1º lugar (e por quê)

O domínio do topo também tem “fases”. Gates lidera com 13 aparições em 1º lugar, embalado pela expansão global da Microsoft e do software nos anos 2000. Carlos Slim surfou a consolidação das telecom na América Latina. Bezos aparece no auge da Amazon e do e-commerce. Musk ganha força na onda de valorização (e hype) em torno de Tesla e SpaceX. Arnault, por sua vez, simboliza o luxo global resistindo até quando a economia pede cautela.

O retrato final é simples: fortunas duráveis tendem a vir de empresas que viram “infraestrutura” do mundo moderno — seja para consumir (Amazon), investir (Berkshire), produzir software (Microsoft/Oracle), vestir (Zara/LVMH) ou sonhar com foguetes (SpaceX). E, claro, com timing: quem erra a onda, vira rodapé de ranking.

No radar dos próximos meses, a pergunta é menos “quem é rico” e mais quem vai conseguir continuar rico: com IA reorganizando setores inteiros e juros/mercados alternando humor, a lista deve seguir trocando nomes — mas o histórico sugere que alguns vão resistir teimosamente, como quem já aprendeu a não cair da prancha.

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