Gilmar rejeita recurso e mantém prisão de Monique Medeiros
Ministro do STF sustenta preventiva no caso Henry Borel; defesa tentou reverter decisão que mandou ré voltar à cadeia
Autor
Redação
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Região
📍 Brasil - BR
Fonte
Extra

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um recurso da defesa e manteve a ordem de prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada de participação na morte do filho Henry Borel, de 4 anos, em 2021. A decisão preserva a determinação para que ela retorne ao sistema prisional, após ter obtido soltura por decisão da Justiça do Rio que apontou excesso de prazo.
Por que o STF puxou a ré de volta
A volta à prisão foi definida após uma reclamação constitucional apresentada por Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação, questionando a revogação da preventiva feita pelo 2º Tribunal do Júri do Rio. Para Gilmar, a soltura afrontaria decisões anteriores do próprio STF que já haviam entendido ser necessária a prisão cautelar.
PGR entrou no jogo
A Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestou pela necessidade de restabelecer a prisão, argumentando que a decisão do júri do Rio violaria a autoridade de entendimentos já firmados pelo Supremo no mesmo caso.
Caso segue no Tribunal do Júri
Monique e o ex-namorado Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, respondem no Tribunal do Júri. O episódio voltou ao centro do noticiário porque o processo vinha sendo marcado por idas e vindas judiciais e discussões sobre prazos, enquanto a acusação insiste na manutenção das cautelares.
Desdobramentos: com o recurso barrado e a preventiva mantida, a tendência é a defesa insistir em novas tentativas de reversão, enquanto a acusação pressiona para acelerar a tramitação do júri — porque, no STF, o recado de Gilmar foi claro: a chave da cela, por ora, não muda de mão.
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