Polícia Científica atua contra rede de abuso infantil em PVH
Mandados de busca e apreensão miraram grupo suspeito de produzir e vender conteúdo ilegal; perícia vai rastrear evidências digitais.
Autor
Redação
Publicado em
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1 min
Região
📍 Porto Velho - RO
Fonte
@politecro | Polícia Científica de Rondônia

A Polícia Científica de Rondônia participou, na segunda-feira (23/02/2026), de uma operação para desmantelar um grupo suspeito de produzir e comercializar material de abuso sexual infantil em Porto Velho. A ação integra a ofensiva das forças de segurança contra crimes que atingem crianças e adolescentes, com foco em identificar autores, proteger vítimas e fechar canais de distribuição.
Celulares, computadores e mídias foram apreendidos
No cumprimento de mandados de busca e apreensão, equipes recolheram celulares, computadores e mídias digitais vinculados aos investigados. O material será submetido a uma análise pericial detalhada, voltada à extração e preservação de dados que possam:
identificar vítimas e eventuais contatos,
confirmar autoria e participação de cada investigado,
reforçar o inquérito com provas técnicas.
Perícia digital é a “chave” do caso
Em investigações de violência sexual contra crianças e adolescentes, o rastro costuma estar nos dispositivos: arquivos, conversas, backups, nuvem, metadados e histórico de compartilhamento. É nesse ponto que a Polícia Científica entra como peça central: localizar evidências, manter a cadeia de custódia e transformar dado bruto em prova válida.
Além disso, a perícia pode revelar a extensão da rede, apontar outros envolvidos e indicar rotas de distribuição do material — inclusive fora do estado.
Compromisso institucional e proteção das vítimas
A Polícia Científica reforçou o papel da perícia criminal na responsabilização judicial dos envolvidos e no suporte técnico às investigações. Em casos desse tipo, o trabalho também é decisivo para orientar medidas de proteção e para evitar revitimização, ao organizar a prova de forma objetiva e técnica.
Porto Velho no radar de operações
A capital tem registrado ações recorrentes contra crimes digitais e exploração sexual infantil, e a experiência mostra que operações com atuação integrada entre forças policiais tendem a ter maior alcance — principalmente quando há componente tecnológico e circulação de arquivos.
Desdobramentos: com os dispositivos apreendidos, a investigação deve avançar para mapear contatos, plataformas usadas, fluxo de pagamentos e possíveis conexões com outros estados, além de buscar a identificação e proteção de vítimas eventualmente expostas no material analisado.
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