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Política,  Mundo

“Vou derrubar o sistema”: brasileira mira Trump e Melania

Amanda Ungaro diz que vai expor o que sabe sobre o casal e cita caso Epstein; promete ações legais e fala em depoimento ao Congresso.

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Redação

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3 min

Fonte

oglobo

“Vou derrubar o sistema”: brasileira mira Trump e Melania
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A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro voltou ao centro do noticiário internacional depois de publicar mensagens nas redes sociais dizendo que vai “derrubar todo o sistema” e expor o que afirma saber sobre Donald Trump e Melania Trump, no contexto das novas ondas de repercussão do caso Jeffrey Epstein. As declarações foram divulgadas após um vídeo atribuído a Melania negando vínculos com Epstein e, segundo relatos, postagens de Amanda acabaram removidas.

O que Amanda diz que pretende revelar

Nas publicações, Amanda afirma ter convivido por cerca de duas décadas no mesmo círculo social do casal e diz que pretende tomar medidas legais contra Melania e Trump, usando termos e acusações graves (que ela não apresentou com provas públicas nos posts citados). A mensagem-chave — “derrubar o sistema” — foi interpretada como ameaça de expor informações e acionar autoridades.

O pano de fundo: deportação, disputa de guarda e o nome Zampolli

O caso ganha tração porque Amanda liga o episódio a sua detenção e deportação pelos EUA em 2025, em meio a uma disputa judicial pela guarda do filho com o empresário italiano Paolo Zampolli, figura conhecida por ser próximo de Trump e por ter conexão antiga com o universo de modelos que cercou Melania. Em reportagens recentes, ela afirma que houve interferência e uso de influência para levá-la ao sistema migratório.

Epstein volta ao centro — e o Congresso também

Amanda também afirma que teria sido convidada (não intimada) a falar com o House Oversight Committee no contexto de apurações ligadas ao caso Epstein — um assunto que voltou ao noticiário americano nas últimas semanas por disputas sobre transparência e depoimentos relacionados a arquivos do caso.

A peça mais sensível: voo no “Lolita Express” quando ela era menor

Outro ponto que reaparece é o relato de Amanda de que, em 2002, quando tinha 17 anos, teria embarcado no avião de Epstein rumo a Nova York, dizendo ter visto várias jovens a bordo e descrevendo a situação como “estranha”. Ela associa o episódio ao então agente Jean-Luc Brunel, citado em investigações internacionais sobre o entorno de Epstein.

O que está confirmado e o que ainda é alegação

Até aqui, o que existe de forma verificável é: a sequência de declarações públicas de Amanda, a conexão social dela com o entorno de Zampolli/Trump relatada por múltiplas reportagens, e a disputa política e judicial em torno do tema Epstein nos EUA. Já as acusações mais pesadas feitas por ela contra pessoas específicas permanecem no campo de alegações, e o peso do caso vai depender de documentos, testemunhos e medidas formais que venham a público.

Nos próximos dias, o desdobramento esperado é duplo: de um lado, se Amanda formaliza ações judiciais ou apresenta provas a autoridades; de outro, se o assunto ganha corpo no Congresso americano e puxa novas convocações, depoimentos e vazamentos em torno do “ecossistema Epstein” — sempre com a política eleitoral dos EUA soprando no ouvido de todo mundo.

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