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Copa 2026,  Brasil

Ancelotti esconde time e banca Brasil pronto

Técnico diz que Seleção chega confiante para enfrentar o Japão e admite Neymar por até 15 minutos.

Autor

Redação

Publicado em

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3 min

Região

📍 Brasil - BR

Fonte

G1.globo

Ancelotti esconde time e banca Brasil pronto
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Brasil x Japão ganhou clima de decisão antes mesmo de a bola rolar. Na véspera do confronto eliminatório da Copa do Mundo de 2026, Carlo Ancelotti afirmou que a Seleção está preparada para enfrentar todos os cenários — inclusive prorrogação e disputa por pênaltis.

A partida será disputada nesta segunda-feira, 29 de junho, em Houston. O jogo começa ao meio-dia no horário local, 14h em Brasília, e vale vaga na próxima fase do Mundial. O Brasil avançou como líder de seu grupo, enquanto o Japão terminou na segunda posição de sua chave.

Mistério na escalação do Brasil

Ancelotti não confirmou se repetirá a formação utilizada nos últimos jogos. Bem-humorado, disse que ainda escolherá a escalação “perfeita” e brincou que o suspense também mantém os jornalistas ocupados.

O treinador explicou que costuma conversar individualmente com os atletas escolhidos. Segundo ele, quem vai começar geralmente sabe — e dorme melhor do que o técnico. O italiano, como se vê, também sabe administrar a insônia alheia.

Apesar do mistério, Ancelotti indicou satisfação com a movimentação de Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Matheus Cunha. A liberdade de Cunha para trocar de posição foi destacada como uma maneira de reduzir as referências defensivas do adversário.

Neymar pode ganhar minutos

Neymar deve permanecer como opção no banco, mas pode entrar durante a partida. Ancelotti afirmou que o atacante apresentou evolução física na última semana e reúne condições para atuar por cerca de 15 minutos.

A entrada, porém, dependerá do contexto do confronto. Em jogo sem volta, o camisa 10 poderá ser utilizado para mudar o ritmo, aumentar a criatividade ou participar de uma eventual disputa de pênaltis.

Japão recebe respeito máximo

Ancelotti rejeitou a ideia de que o Brasil esteja no lado mais fácil do mata-mata. Para o treinador, a Copa segue equilibrada e ainda não apresentou um favorito isolado.

O italiano também lembrou a derrota brasileira para o Japão em amistoso disputado em novembro. A avaliação interna é de que os japoneses têm organização, intensidade e qualidade na saída de bola, especialmente quando conseguem superar a primeira linha de pressão.

A comissão técnica trabalha com ajustes na marcação e trata o duelo como uma final. Ancelotti aposta na experiência do elenco para controlar a pressão, mas sabe que, a partir de agora, confiança sem resultado vale pouco — sobretudo em Copa do Mundo.

Os próximos desdobramentos dependerão da escalação escolhida, das condições de Neymar e da resposta brasileira à circulação rápida do Japão. Uma classificação reforçará o discurso de evolução; uma eliminação transformará cada mistério da véspera em pergunta para o dia seguinte.

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