Casa Bem Viver Saúde começa a atender jovens em PVH
Primeira Unidade de Acolhimento Terapêutico Transitório de RO abre portas na Av. Guaporé após anos entre obra pronta e função “em espera”.
Autor
Redação
Publicado em
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2 min
Região
📍 Porto Velho - RO
Fonte
Prefeitura de Porto Velho

A Unidade de Acolhimento Terapêutico finalmente saiu do papel — e do limbo burocrático. A Prefeitura de Porto Velho iniciou, nesta segunda-feira (1º/06/2026), o atendimento da Casa Bem Viver Saúde, apontada como a primeira unidade do tipo em Rondônia, voltada a jovens em vulnerabilidade por uso de substâncias psicoativas, na Avenida Guaporé.
O que é e quem atende
O serviço é destinado a adolescentes de 10 a 18 anos incompletos, com acolhimento especializado e estrutura voltada a cuidado, proteção e recuperação.
Encaminhamento: porta de entrada já está definida
Nada de “chegar e entrar”. O acesso ocorre por encaminhamento via Caps AD, Caps Infantil e também pela Casa da Juventude. Depois de avaliação técnica, o jovem é acolhido.
A conta dos prazos: recurso em 2012, obra em 2024, serviço em 2026
O detalhe que chama atenção nos bastidores é o calendário: segundo a própria prefeitura, o recurso para construção foi destinado em 2012, a obra foi concluída em 2024, mas só em 2026 o espaço passa a operar “plenamente” no objetivo social. Em bom português: prédio pronto não é serviço entregue.
Como funciona o acolhimento e o que os jovens fazem
A Casa Bem Viver Saúde trabalha com equipe multidisciplinar (psicólogos, enfermeiros, cuidadores e profissionais da educação), com acompanhamento individualizado e foco também em fortalecer vínculos familiares e sociais.
O acolhimento é transitório, com permanência prevista de até seis meses. Entre as atividades citadas estão musicoterapia e oficinas de arte, informática e culinária.
Horário atual e a promessa do “24/7”
Por enquanto, a unidade funciona de segunda a sexta, das 7h às 19h. A gestão diz que a meta é virar 24 horas por dia, 7 dias por semana, assim que o quadro de profissionais estiver completo.
Nos próximos meses, o principal termômetro será a capacidade de operação em tempo integral, a integração real com Caps e rede de proteção e se a prefeitura conseguirá manter equipe completa — porque, nessa área, quando falta gente, sobra recaída e volta da crise.
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