Católica de RO e a taxa de R$ 10 mil no auditório
Formandos de Direito dizem que instituição cobrou pelo uso do próprio espaço para colação; impasse virou crise com turma do 2º semestre de 2025
Autor
Redação
Publicado em
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2 min
Região
📍 Porto Velho - RO
Fonte
euideal

A cobrança de R$ 10 mil pelo auditório da Faculdade Católica de Rondônia para a colação de grau de uma turma de Direito virou o assunto (e o incômodo) entre formandos em Porto Velho. Segundo relatos enviados ao site Eu Ideal, a turma que conclui o curso no segundo semestre de 2025 afirma que a instituição condicionou o uso do espaço ao pagamento desse valor.
O estopim: a formatura fora da “parceira oficial”
O imbróglio, de acordo com os alunos, começou quando a turma decidiu não fechar o pacote de formatura com a empresa conveniada/“parceira oficial” da faculdade. O orçamento teria sido considerado alto, e os formandos optaram por contratar outra empresa, mais barata.
Foi aí que o roteiro mudou de “festa” para “queda de braço”.
A questão do auditório
Com o contrato fechado com outra empresa, os formandos tentaram reservar o auditório da própria Católica para a cerimônia de colação. A resposta relatada: R$ 10 mil para usar o espaço.
A coordenação do curso, ainda conforme os estudantes, teria justificado a negativa de gratuidade citando regulamento interno: cada turma teria direito a duas reservas por semestre, restritas a atividades e eventos do curso — e a colação de grau, nessa interpretação, não entraria na lista.
Negociação frustrada e “recado” nos bastidores
Os alunos dizem que tentaram negociar também com o advogado da instituição, sem sucesso. E relatam que a cobrança teria sido mantida com uma justificativa de bastidor: o contrato não ter sido fechado com a empresa parceira conveniada.
No fim, a turma afirma que não pretende voltar atrás para a parceira indicada e segue procurando alternativas para realizar a colação dentro do orçamento. O Eu Ideal informou que o espaço está aberto para manifestação da coordenação da Faculdade Católica de Rondônia.
No radar, os próximos capítulos devem incluir posicionamento formal da instituição, eventual apresentação do regulamento que embasa a cobrança e, se o impasse persistir, a busca dos alunos por medidas administrativas ou de defesa do consumidor para questionar a prática e as condições de uso do espaço.
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