Chef Erick Jacquin é alvo da “gangue quebra-vidros” em São Paulo
Chef relatou que teve o celular roubado dentro de um táxi após criminosos estourarem o vidro; caso reacende alerta sobre a modalidade.
Autor
Redação
Publicado em
Leitura
1 min
Região
📍 Brasil - BR
Fonte
Cnn Brasil

O chef e apresentador Erick Jacquin relatou que foi vítima da chamada “gangue quebra-vidros” em São Paulo. Segundo ele, estava dentro de um táxi quando criminosos quebraram o vidro do veículo e levaram seu celular, fugindo em seguida.
Em vídeo publicado nas redes, Jacquin contou que o roubo aconteceu “faz pouco tempo” e descreveu a ação como rápida: o vidro foi estourado, o aparelho puxado e os criminosos desapareceram.
Como funciona o “quebra-vidros”
A modalidade é conhecida por ataques relâmpago, geralmente em carros parados ou em baixa velocidade, quando ladrões aproveitam semáforos e congestionamentos para estourar o vidro e pegar itens à vista — principalmente celular.
Repercussão e investigação
O caso ganhou repercussão por envolver uma figura pública e reacende o debate sobre prevenção e policiamento em áreas com maior incidência desse tipo de crime. Até a última atualização da reportagem, não havia detalhes divulgados sobre identificação dos autores ou recuperação do aparelho.
O desdobramento agora depende do registro formal e de imagens de câmeras na região do ataque, que podem ajudar a polícia a mapear a rota de fuga e identificar integrantes do grupo.
Leia também

Piso dos professores sobe para R$ 5.130 e pressiona caixas em RO
Senado aprovou MP com reajuste de 5,4% e nova fórmula do Fundeb; temporários entram na regra e municípios fazem as contas.

Taxa de homicídios cai, mas “ponto cego” cresce no Brasil
Atlas da Violência 2026 aponta menor índice desde 2014 — porém subnotificação pode esconder até 7 mil mortes

Pesquisa Real Time Big Data: Lula abre larga no Ceará
Levantamento indica vitória no 1º turno no estado e expõe rejeição alta de Flávio Bolsonaro; caso “Dark Horse” entra no radar.

PF mira Cláudio Castro em caso Banco Master
Mandados de busca foram autorizados por André Mendonça, no STF, e apuram aportes do Rioprevidência ligados ao banco de Daniel Vorcaro.

