Corte de Wesley vira manchete lá fora e aperta Ancelotti
Marca e As chamam lesão de “duro golpe”; CBF convoca Éderson e Seleção fica sem lateral-direito de ofício
Autor
Redação
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Região
📍 Brasil - BR
Fonte
globo.com.br

O corte de Wesley da Seleção para a Copa do Mundo 2026 atravessou o Atlântico e voltou em forma de alerta: jornais europeus trataram a lesão do lateral-direito como um baque direto no plano de Carlo Ancelotti — e com razão. O espanhol Marca classificou o caso como “duro golpe”, enquanto o As apontou que a ausência muda “de forma notável” a estrutura pensada para o time titular.
O que a imprensa estrangeira enxergou
A leitura externa foi objetiva: Wesley era uma peça-chave para dar equilíbrio defensivo e saída pelo lado direito, e a perda às vésperas do Mundial mexe com o desenho do Brasil. Além de Marca e As, o português A Bola destacou a troca de última hora que caiu no colo do treinador.
A lesão e a decisão da CBF
A CBF confirmou o corte neste domingo (7), depois do amistoso contra o Egito, em Cleveland. Exame de imagem apontou lesão no músculo adutor da coxa esquerda. Wesley havia sentido dores e deixou o jogo cedo, mancando, ainda no primeiro tempo.
Entra Éderson, mas sai um lateral — e isso é o “plot twist”
Para a vaga, Ancelotti chamou Éderson (Atalanta), reforçando o meio-campo. O detalhe que a manchete não esconde: a Seleção passa a ficar sem um lateral-direito de ofício na lista, e a disputa/solução tende a recair sobre Danilo e Ibañez improvisando o setor.
Éderson, de 26 anos, tem passagem por Cruzeiro, Corinthians e Fortaleza antes de se firmar na Itália e, nesta janela, negocia transferência para o Manchester United, segundo a imprensa internacional.
Contexto: mais um problema físico no caminho
Wesley, 22, faria sua primeira Copa. E o corte entra numa lista incômoda: o ge relata que o Brasil já vinha lidando com desfalques por lesão envolvendo Militão, Estêvão e Rodrygo nos meses anteriores.
O que muda para a estreia
Com o time ajustando as peças, o Brasil segue com a estreia marcada para sábado (próximo) contra o Marrocos, pela fase de grupos, antes de encarar Haiti e Escócia.
No radar dos próximos dias, dois desdobramentos são inevitáveis: como Ancelotti vai “fechar” o lado direito sem um especialista e se a opção por Éderson indica mudança de desenho (mais controle no meio para compensar o improviso atrás) — ou se a comissão ainda trabalha com uma solução emergencial fora do script.
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