Ex-vereador preso por suspeita de chacina em Guajará-Mirim
Kerling Brito e o irmão foram detidos na operação “Nó Górdio”; polícia apura participação em triplo homicídio de 2024 na fronteira
Autor
Redação
Publicado em
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2 min
Região
📍 Guajará-Mirim - RO
Fonte
Diário da Amazônia

O ex-vereador de Guajará-Mirim Kerling Brito (Kerling Aparecido Moreira) foi preso nesta quinta-feira (21) sob suspeita de envolvimento no triplo homicídio registrado em 2024 na Estrada do Palheta, área de fronteira entre Brasil e Bolívia. A detenção ocorreu durante a operação “Nó Górdio”, da Polícia Civil, que também prendeu o irmão dele, Kerli Brito.
Operação “Nó Górdio” mira suspeitos da chacina
Segundo a investigação, os irmãos são apontados como suspeitos de participação na chacina que matou Gabriele Melo Augusto Bramini (24), Wellington Rodrigues Gutierrez (32) e Raimundo Nonato Rodrigues Cardoso (42). O caso teve forte repercussão em Rondônia pela violência e pelo cenário investigado na região de fronteira.
Um preso, um foragido e a peça que falta
De acordo com as informações divulgadas, um terceiro suspeito já havia sido preso anteriormente. Já Victor Moreira de Souza, citado como autor dos disparos, segue foragido.
Custódia travada e transferência para presídio estadual
Nos bastidores, a situação dos presos chamou atenção: eles deveriam passar por audiência de custódia, mas o procedimento ainda não teria ocorrido até o momento. Poucas horas após a prisão, ambos foram transferidos para uma unidade prisional estadual.
Pedido de proteção e o barulho político na cidade
Informações apuradas apontam que os investigados teriam solicitado proteção dentro do sistema prisional por receio de represálias. E, como era previsível quando o sobrenome chega com crachá de ex-mandato, a prisão também reacendeu discussões políticas em Guajará-Mirim: a reportagem cita que, na época em que Kerling ocupava cadeira na Câmara, já havia denúncias e questionamentos sobre sua conduta.
Investigação segue e novas prisões não estão descartadas
A Polícia Civil informou que o inquérito continua e não descarta novas prisões ou outros desdobramentos ligados ao triplo homicídio. A tendência agora é a investigação apertar o cerco para localizar o foragido e fechar o quebra-cabeça de autoria e participação — com potencial de novos capítulos tanto na esfera criminal quanto no tabuleiro político local.
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