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Polícia,  Cidades

Motoneta furtada em Cacoal leva PM a rota do tráfico

Honda Pop foi achada escondida no Alpha Park; Inteligência apura possível entrega em ponto de drogas

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Cacoal - RO

Fonte

Policia Militar de Rondônia | @pmro_oficial

Motoneta furtada em Cacoal leva PM a rota do tráfico
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A motoneta furtada em Cacoal virou mais do que caso de “recuperação de veículo”: a Polícia Militar encontrou uma Honda Pop escondida na vegetação, coberta por um cobertor, e passou a investigar possível ligação com o tráfico de drogas na cidade.

Onde a Honda Pop foi encontrada

O furto foi registrado na manhã de 8 de maio. A partir daí, equipes fizeram diligências perto de um carreador com acesso ao bairro Alpha Park, em Cacoal (RO). A suspeita inicial era de que a área, incluindo a região da Avenida das Comunicações, estaria sendo usada como rota para “esfriar” veículos furtados antes da retirada.

A motoneta estava ocultada em meio à vegetação, numa cena típica de quem aposta que o tempo e o mato resolvem o resto.

A linha que puxa para o tráfico

Segundo informações do Núcleo de Inteligência da PM, o veículo recuperado poderia ser encaminhado para um imóvel suspeito de funcionar como ponto de comercialização de drogas.

Nesse enredo, aparece um homem conhecido pelo apelido de “Espigão”, citado como responsável por transporte e entrega de veículos furtados e também como suspeito de participação em movimentações ligadas ao tráfico. A PM afirma ainda que ele é recorrente em crimes patrimoniais e tem diversas passagens.

Próximos passos da investigação

Após a recuperação, a PM intensificou o patrulhamento para tentar localizar envolvidos e levantar mais informações. A motoneta foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, que seguirá com a apuração do caso e de eventuais conexões com grupos criminosos.

Nos próximos dias, o desdobramento esperado é a Polícia Civil avançar sobre o imóvel apontado e a rede citada nas denúncias — e aí o caso deixa de ser só “furto de Pop” para virar teste de força contra quem faz do varejo do crime um modelo de negócio.

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