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Polícia,  Cidades

Operação Fuligem prende 2 por morte de advogado em RO

Polícia Civil diz que execução em Seringueiras foi planejada; 3 suspeitos seguem foragidos e arma 9 mm foi apreendida.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Seringueiras - RO

Fonte

G1.globo

Operação Fuligem prende 2 por morte de advogado em RO
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A morte do advogado Jhonatan Rodrigues Barbosa, em Seringueiras (RO), voltou ao centro da investigação policial após a prisão de dois suspeitos apontados como envolvidos na execução ocorrida em janeiro. A ação, batizada de Operação Fuligem, também cumpriu sete mandados de busca e apreensão e terminou com a apreensão de uma pistola calibre 9 mm, que será periciada.

O que a polícia diz sobre a motivação

Segundo a Polícia Civil, o homicídio teria sido planejado e executado por um grupo criminoso organizado. A principal linha apurada até aqui aponta para acerto de contas ligado a “fatos criminosos anteriores” — um jeito diplomático de dizer que o caso pode ter raiz fora do mundo jurídico.

Prisões e foragidos

Além dos dois presos, outros três investigados continuam foragidos. Um deles, de acordo com a apuração divulgada, já teria deixado o Brasil, o que deve empurrar o caso para cooperação interestadual e, possivelmente, internacional — a parte em que o inquérito costuma ficar mais lento do que promessa em ano pré-eleitoral.

Como foi o crime em Seringueiras

Jhonatan foi morto a tiros dentro de casa, na presença da esposa e dos filhos, em um episódio que teve forte repercussão local. No registro do crime, um site regional apontou que a execução ocorreu no bairro Cristo Rei, por volta das 21h, e que a vítima foi atingida por sete disparos.

A arma apreendida e a próxima etapa

A pistola 9 mm encontrada durante a operação é tratada como peça-chave: a perícia pode confirmar (ou descartar) ligação direta com o assassinato. A Polícia Civil afirma que as diligências continuam para localizar os demais envolvidos e fechar a dinâmica do crime.

No radar dos próximos desdobramentos estão: pedido de prisão dos foragidos, eventual identificação de mandante e o resultado da perícia balística — que deve indicar se a Operação Fuligem chegou ao gatilho, ao comando, ou só ao meio do caminho.

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