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Polícia,  Cidades

Operação mira poluição sonora e irregularidades em Porto Velho

Ação do BPA, 1º BPM, SEMA, Vigilância e Bombeiros autuou 6 locais e interditou 2 durante fiscalizações nos dias 22 e 23.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

Policia Militar de Rondônia | @pmro_oficial

Operação mira poluição sonora e irregularidades em Porto Velho
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A fiscalização ambiental e o combate à poluição sonora em Porto Velho ganharam reforço nos dias 22 e 23 de maio de 2026, com uma operação conjunta que juntou Polícia Militar (BPA e 1º BPM), SEMA, Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros. A ação ocorreu dentro da Operação Brasil Contra o Crime Organizado – BIOMAS 2026, e teve como alvo denúncias de moradores e encaminhamentos do Ministério Público.

Denúncias no radar (e endereço também)

As equipes passaram por estabelecimentos nos bairros Olaria, Arigolândia, Eldorado e Nova Esperança II, onde, segundo o registro oficial, foram encontradas irregularidades como uso de som sem licenciamento ambiental, descumprimento de condicionantes, falta de alvará sanitário e funcionamento irregular de atividades com potencial poluidor.

Seis autuações e duas interdições

No balanço divulgado, seis estabelecimentos foram autuados por uso irregular de equipamentos sonoros sem licenciamento ambiental válido. A Vigilância Sanitária interditou dois locais por problemas sanitários e administrativos. Também houve apreensão de equipamentos sonoros e embargo de atividades consideradas irregulares durante a fiscalização.

Por que BIOMAS 2026 pesa no “barulho”

A PMRO enquadra a operação como parte de uma estratégia nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com integração entre forças de segurança e órgãos ambientais para enfrentar crimes ambientais e atividades ilícitas que impactam a ordem pública e o meio ambiente. Na prática, é o tipo de força-tarefa que costuma “organizar a rua” rápido — especialmente quando há reclamação formal e pressão institucional.

Nos bastidores, o recado é simples: denúncia registrada vira roteiro de fiscalização, e o próximo capítulo tende a ser a checagem de reincidência — com novas autuações, interdições e apreensões caso os estabelecimentos insistam em funcionar fora das regras.

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