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Tecnologia,  Brasil

Pagamento pela palma da mão chega ao Brasil e mira “adeus” ao cartão

Tecnologia lê veias com infravermelho, cria código criptografado e permite pagar no débito, crédito ou Pix em segundos.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Brasil - BR

Fonte

SBT NEWS

Pagamento pela palma da mão chega ao Brasil e mira “adeus” ao cartão
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O pagamento pela palma da mão começou a ganhar forma no Brasil e promete mudar o ritual do caixa: nada de cartão, senha ou celular. A tecnologia usa biometria vascular — a leitura das veias e do fluxo sanguíneo da palma — para identificar a pessoa e autorizar compras em poucos segundos, com aproximação da mão no leitor.

Como funciona a biometria da palma

Sensores com luz infravermelha captam um padrão interno único de cada pessoa. Esse desenho vira um código criptografado, associado a um meio de pagamento (cartão ou Pix). Na hora da compra, basta aproximar a mão do equipamento: o sistema reconhece o usuário e conclui a transação sem contato físico.

Por que o mercado aposta nisso

Por analisar características internas, a biometria da palma é apresentada como mais difícil de falsificar do que reconhecimento facial ou digital — e, por isso, com potencial de reduzir fraudes.

Quem está testando no Brasil

A tecnologia já está em fase de testes. A Positivo Tecnologia anunciou um terminal em parceria com a Tencent Cloud, integrando identificação e pagamento no mesmo equipamento e aceitando crédito, débito e Pix, com expectativa de chegada ao mercado no segundo semestre.
Outra frente citada envolve a Cielo com a Ingenico, que realizou prova de conceito em ambiente controlado, com pagamentos reais e cartões vinculados à biometria — ainda em fase experimental, sem previsão de adoção em larga escala no curto prazo.

O que pode acelerar (ou travar) a novidade

O avanço depende de adesão de bancos, varejistas e consumidores, além de regras claras para uso e proteção de dados biométricos.
O próximo passo será medir a aceitação no varejo: se reduzir filas e aumentar segurança como prometido, a palma da mão pode virar a nova “carteira” — sem bateria e sem esquecimento.

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