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Saúde,  Cidades

Porto Velho sanciona lei e destrava Hospital Universitário

Parceria com a Unir prevê mais de 200 leitos e início de atendimentos no 2º semestre de 2026

Autor

Redação

Publicado em

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2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

Prefeitura de Porto Velho

Porto Velho sanciona lei e destrava Hospital Universitário
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Porto Velho deu um passo formal para tirar do papel o seu primeiro Hospital Universitário: em 3 de junho de 2026, a Prefeitura sancionou a lei que autoriza a doação do Hospital Municipal à Universidade Federal de Rondônia (Unir), abrindo caminho para a implantação da unidade.

Doação do Hospital Municipal: o “sim” que faltava

A medida, segundo a gestão municipal, é o ato que faltava para viabilizar a transição do prédio — comprado com recursos próprios do município — para a estrutura universitária que deve operar em parceria com Ministério da Educação, Ministério da Saúde e a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares).

Nos bastidores, a mensagem é clara: a Prefeitura quer carimbar a entrega como “marco histórico” e, de quebra, reorganizar o fluxo de demanda que hoje cai sobre a capital.

Prioridade para Porto Velho e alívio na regulação do SUS

A secretária municipal de Saúde, Sandra Maria Petrillo Cardoso, afirmou que o diferencial será priorizar a população de Porto Velho, com impacto direto em filas de procedimentos.

A promessa é de uma unidade com ambulatório, especialistas, UTI e centro cirúrgico, com expectativa de ultrapassar 200 leitos, ajudando a reduzir a fila de regulação e “desafogar” o sistema.

João Paulo II continua — e o novo hospital “soma”

O prefeito Léo Moraes fez questão de frisar que o Hospital João Paulo II não sai de cena: seguirá atendendo alta complexidade, enquanto o Hospital Universitário entraria como reforço e reorganização do atendimento na capital.

Formação médica ganha “campo de prática” local

Do lado acadêmico, a reitora da Unir, Marília Pimentel, destacou o impacto na formação e pesquisa, apontando a unidade como novo equipamento de saúde e de ensino. Estudantes de Medicina também celebraram a ampliação de locais de atuação e a conexão com a comunidade.

O que vem agora

A Prefeitura projeta que os primeiros atendimentos comecem no segundo semestre de 2026, de forma gradual. O próximo capítulo, porém, tende a ser o mais sensível: modelo de gestão via Ebserh, cronograma de adequações, habilitações, definição de especialidades e a engenharia financeira para a operação. Se essas peças encaixarem sem ruído, Porto Velho pode, enfim, trocar o “hospital prometido” pelo “hospital funcionando”.

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