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Polícia,  Cidades

Professor de artes marciais preso em Vilhena por suspeita de abuso

Polícia investiga estupro, assédio e importunação sexual contra oito adolescentes; caso corre sob sigilo

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Vilhena - RO

Fonte

G1.globo

Professor de artes marciais preso em Vilhena por suspeita de abuso
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O professor de artes marciais preso em Vilhena (RO) virou alvo de uma investigação da Polícia Civil por suspeita de crimes sexuais contra adolescentes. A apuração aponta oito possíveis vítimas e inclui suspeitas de estupro, assédio sexual e importunação sexual no contexto do ambiente de instrução esportiva.

Prisão preventiva e operação com apoio de delegacias

O mandado de prisão preventiva foi cumprido na sexta-feira, 8 de maio de 2026, por equipes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) e da Delegacia de Homicídios, com suporte da Delegacia de Polícia de Colorado do Oeste, após avanço das diligências.

Rede de proteção acionada e atendimento às vítimas

Além da força policial, a investigação envolveu a rede de proteção: Conselho Tutelar e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) participaram do atendimento, com acolhimento institucional e encaminhamentos durante o procedimento investigativo.

Nos bastidores, um detalhe chama atenção: a Federação de Artes Marciais também foi mencionada como colaboradora, auxiliando no encaminhamento para registro das ocorrências — sinal de que o caso mexeu com o ecossistema esportivo local, onde reputação costuma ser moeda forte.

“Maio Laranja”, sigilo e preservação das identidades

A Polícia Civil informou que o caso está dentro das ações do Maio Laranja e que o procedimento segue em sigilo, com preservação da identidade das vítimas, conforme previsão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Como denunciar

Denúncias de violência contra crianças e adolescentes podem ser feitas de forma anônima pelo 197 (Polícia Civil) e Disque 100, além de delegacias e Conselhos Tutelares.

O próximo capítulo deve vir das oitivas e perícias: se surgirem novos relatos ou provas adicionais, o inquérito pode ganhar novos enquadramentos e ampliar o número de vítimas formalmente reconhecidas, com impacto direto no andamento da ação judicial.

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