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Justiça,  Brasil

STF chega a 40% de rejeição e encosta no pior nível histórico

Datafolha mostra avaliação negativa estável; regular soma 34% e aprovação fica em 22%

Autor

Redação

Publicado em

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2 min

Região

📍 Brasil - BR

Fonte

Folha do Estado

STF chega a 40% de rejeição e encosta no pior nível histórico
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O STF voltou a bater 40% de rejeição (ruim/péssimo) entre os brasileiros, segundo pesquisa Datafolha divulgada na segunda-feira, 18 de maio de 2026. É o mesmo patamar mais baixo já registrado na série do instituto — e indica que a Corte estacionou num desgaste alto, sem sinal de alívio no curto prazo.

Pelo levantamento, 34% classificam a atuação do Supremo como regular e 22% como ótimo/bom. A fotografia sugere um tribunal com minoria de apoio firme e uma faixa larga de “nem lá, nem cá” — que, em Brasília, costuma ser lida como alerta amarelo para qualquer instituição.

O que explica o desgaste

A pesquisa é publicada em um ambiente de tensão política e críticas públicas ao Supremo, com decisões de forte impacto nacional e debate permanente sobre o papel do Judiciário no jogo político. O Datafolha também registra que o índice repete momentos de maior estresse institucional, reforçando a ideia de rejeição consolidada.

Na radiografia por grupos, a avaliação do STF vira termômetro da polarização: entre eleitores mais alinhados ao governo federal, os percentuais de aprovação tendem a ser maiores; do outro lado, a rejeição sobe — um dado que ajuda a explicar por que o Supremo virou personagem fixo de palanque.

E onde Rondônia entra nessa história

Em Rondônia, o efeito é mais político do que jurídico: o STF aparece como símbolo — seja para mobilizar base, seja para atacar adversário. A pesquisa dá munição para discursos prontos e, ao mesmo tempo, coloca pressão sobre lideranças locais que dependem de decisões em Brasília (de pautas administrativas a temas eleitorais).

Desdobramentos: o próximo passo é ver se o tribunal reagirá com agenda de comunicação e decisões voltadas à previsibilidade institucional — e se o Datafolha (ou outros institutos) captará mudança real de humor nas próximas rodadas, especialmente em ano de tensão política.

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