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Política,  Cidades

Vereadores de Nova Mamoré aprovam auxílios e somam R$ 2.050 ao mês

Pacote cria auxílio-alimentação e auxílio-saúde para parlamentares e servidores da Câmara; votação foi unânime entre os presentes.

Autor

Redação

Publicado em

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2 min

Região

📍 Nova Mamoré - RO

Fonte

Rondoniagora

Vereadores de Nova Mamoré aprovam auxílios e somam R$ 2.050 ao mês
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A Câmara Municipal de Nova Mamoré aprovou dois projetos que criam auxílio-alimentação de R$ 1.050 e auxílio-saúde de R$ 1.000 — um acréscimo de R$ 2.050 mensais aos vencimentos dos vereadores. Os benefícios também foram estendidos a servidores efetivos e comissionados do Legislativo.

Hoje, os parlamentares do município já recebem salário de R$ 10 mil. Com os novos auxílios, a remuneração total sobe e reacende o debate local sobre “penduricalhos” e prioridades orçamentárias em cidade de pequeno porte.

Projetos aprovados e votação

As medidas foram formalizadas pelos Projetos de Lei 006/2026 e 007/2026, que instituem os dois auxílios como verbas indenizatórias. A aprovação ocorreu de forma unânime entre os vereadores presentes.

Dois parlamentares não participaram: Claudiomir Rodrigues, com ausência justificada, e Jair da 29, que está preso e teve, na mesma sessão, o afastamento de 30 dias do mandato aprovado pela Casa.

Comparação com a Assembleia Legislativa

A medida chamou atenção também pela comparação feita com o Legislativo estadual. Em Rondônia, o auxílio-alimentação previsto para servidores da Assembleia Legislativa é de R$ 200 mensais, conforme legislação citada na própria reportagem.

Vereadores em curso na capital

Na mesma semana da repercussão, vereadores de Nova Mamoré estiveram em Porto Velho participando de um curso de capacitação legislativa, com presença também de assessores e motoristas.

O próximo capítulo deve vir fora do plenário: com os auxílios já convertidos em lei, a pressão tende a migrar para pedidos de transparência sobre o impacto total na folha e sobre os critérios de pagamento — e, politicamente, o tema costuma voltar com força quando a população compara o “extra” do Legislativo com a realidade de serviços públicos no município.

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