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Polícia,  Cidades

Violência doméstica termina em prisão em Porto Velho

Mulher relatou agressões, retirada à força de veículo e duas tentativas de atropelamento; suspeito negou acusações.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

Polícia Militar de Rondônia

Violência doméstica termina em prisão em Porto Velho
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A violência doméstica em Porto Velho terminou com a prisão de um homem suspeito de agredir a companheira e tentar atropelá-la em duas ocasiões. A ocorrência foi registrada no dia 7 de junho, na capital, e divulgada pela Polícia Militar de Rondônia neste sábado, 13 de junho de 2026.

De acordo com a PM, a guarnição do Setor 15 do 5º Batalhão de Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) para atender uma ocorrência de violência doméstica e familiar contra a mulher.

Agressões e tentativa de atropelamento

No local, os policiais encontraram a vítima com lesões aparentes na boca, rosto, braços, mãos e pernas. Aos militares, ela relatou que, após um desentendimento quando o casal retornava para casa, o companheiro teria dado um soco em seu rosto, retirado-a à força do veículo e tentado atropelá-la duas vezes.

A mulher também informou ter sofrido outras agressões físicas durante o trajeto até a residência do casal. Os policiais registraram os ferimentos e, em seguida, localizaram o suspeito.

Suspeito negou as acusações

Segundo a Polícia Militar, o homem negou a versão apresentada pela vítima. Ainda assim, diante das lesões constatadas, do relato da mulher e dos demais elementos verificados pela guarnição, os militares identificaram indícios de lesão corporal no contexto de violência doméstica e familiar.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde ficou à disposição das autoridades competentes. É aquele roteiro conhecido: primeiro a negativa, depois o boletim, e por fim a Justiça decide o tamanho do problema.

Medidas protetivas

Ainda conforme a PM, a vítima manifestou interesse em solicitar Medidas Protetivas de Urgência, previstas na Lei Maria da Penha, e foi orientada sobre os procedimentos legais disponíveis para sua proteção.

O caso agora deve seguir para análise da Polícia Civil e do Poder Judiciário, que poderão avaliar a manutenção da prisão, a concessão das medidas protetivas e eventuais novos desdobramentos da investigação.

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