7 em cada 10 adolescentes dormem mal, e o celular é o vilão
Especialistas alertam: uso de tela à noite “rouba” sono, piora humor, atenção e desempenho escolar.
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Região
📍 Brasil - BR
Fonte
G1.globo

Dormir virou um desafio para a maioria dos adolescentes. Levantamentos recentes apontam que cerca de 7 em cada 10 jovens estão dormindo menos do que o recomendado, e o uso do celular à noite aparece como o principal fator por trás dessa conta que não fecha.
O problema não é só “ir dormir tarde”. A exposição às telas perto da hora de deitar aumenta a tendência de adiar o sono e atrapalha o ritmo natural do corpo — inclusive pela luz emitida e pelo estímulo constante de notificações, vídeos e redes sociais.
O que muda quando o adolescente dorme pouco
A privação de sono impacta diretamente aprendizado, memória, concentração e humor, além de estar associada a maior irritabilidade e pior rendimento em atividades do dia a dia.
Como reduzir o impacto do celular à noite
Entre as orientações mais repetidas por especialistas estão medidas simples, mas difíceis de cumprir sem rotina: reduzir telas antes de dormir, evitar levar o celular para a cama e manter horário regular de sono, principalmente em dias de escola.
O desdobramento desse cenário é preocupante: se a “noite com celular” continuar virando padrão, cresce o risco de uma geração convivendo com cansaço crônico — e isso tende a aparecer na escola, em casa e na saúde mental.
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