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Mundo,  Brasil

Artemis II: missão da Nasa leva 1ª mulher e 1º homem negro à órbita lunar

Voo tripulado marca retorno à Lua após mais de 50 anos e funciona como “ensaio geral” para futuras alunissagens do programa Artemis.

Autor

Redação

Publicado em

Leitura

2 min

Fonte

Cnn Brasil

Artemis II: missão da Nasa leva 1ª mulher e 1º homem negro à órbita lunar
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A Nasa prepara um marco histórico com a missão Artemis II, que vai recolocar astronautas em órbita da Lua pela primeira vez desde a era Apollo e levar, no mesmo voo, a primeira mulher e o primeiro homem negro em uma missão lunar tripulada da agência. A viagem é tratada como etapa-chave do programa Artemis, servindo como teste completo de sistemas antes das próximas missões que pretendem levar humanos de volta à superfície lunar.

Quem vai na tripulação

A Artemis II terá quatro astronautas:

Reid Wiseman (comandante)

Victor Glover (piloto) — apontado como o primeiro homem negro em missão tripulada rumo à órbita lunar

Christina Koch (especialista de missão) — a primeira mulher em missão tripulada ao redor da Lua

Jeremy Hansen (especialista de missão) — astronauta canadense que também entra para a história como o primeiro do Canadá em órbita lunar

Como será a missão

O plano é um voo de cerca de 10 dias, com lançamento do foguete SLS a partir do Centro Espacial Kennedy, levando a cápsula Orion em trajetória até a Lua e retorno à Terra. A missão vai testar, em cenário real, sistemas vitais como suporte de vida, navegação e comunicação — incluindo trechos de voo em que a nave fica sem contato com a Terra quando passa pela face oculta do satélite.

Por que isso importa

Além do simbolismo histórico, a Artemis II é descrita como um “ensaio geral”: a Nasa quer validar o que precisa funcionar antes das próximas etapas do programa, que miram pousos tripulados e uma presença mais contínua em órbita lunar com apoio de infraestrutura como a futura estação Gateway.

O desdobramento agora é acompanhar o desempenho do SLS e da Orion: se a Artemis II cumprir o roteiro sem falhas, a Nasa ganha fôlego para acelerar as próximas missões — e a corrida pela nova era lunar, com participação crescente de empresas privadas, entra em modo definitivo.

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