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Justiça,  Cidades

Direitos de crianças: Porto Velho participa de caravana nacional

Evento em Brasília reúne gestores e rede de proteção para fortalecer políticas a crianças e adolescentes

Autor

Redação

Publicado em

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2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

Prefeitura de Porto Velho

Direitos de crianças: Porto Velho participa de caravana nacional
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Porto Velho participa das Caravanas Nacionais pelos Direitos de Crianças e Adolescentes realizadas de 14 a 17 de abril de 2026, em Brasília (DF), com representação da articuladora do Selo UNICEF, Marina Falcão. A agenda reúne atores do país inteiro para alinhar estratégias e reforçar políticas públicas voltadas à proteção integral. 

O que são as Caravanas Nacionais

O encontro integra o projeto “Fortalecimento das Políticas Públicas de Promoção, Proteção, Defesa e Controle Social dos Direitos das Crianças e Adolescentes”, desenvolvido pela Flacso em parceria com o Conanda e a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNPdca/MDHC), com apoio da OEI. 

Programação foca diversidade e encerramento

A programação foi dividida em duas frentes:

Caravana Nacional da Diversidade (14 e 15/04): voltada a ampliar a articulação do Sistema de Garantia de Direitos e a qualificar propostas para enfrentar desigualdades e melhorar o atendimento às diversas identidades.  

Caravana Nacional de Encerramento (16 e 17/04): fase de consolidação do processo, reunindo participantes das etapas estaduais para organizar desafios, encaminhar estratégias e fortalecer participação social e mobilização.  

Bastidor: alinhamento nacional e “caderno de desafios”

Na prática, a caravana funciona como um “caderno nacional” de problemas recorrentes (desigualdade, violações, acesso a serviços) e de soluções testadas em diferentes estados. Para Porto Velho, o ganho político-administrativo é voltar com agenda e linguagem unificadas com diretrizes nacionais — o tipo de alinhamento que facilita parceria, captação de apoio e padronização de fluxos na rede local. 

Desdobramentos: concluídas as caravanas, a tendência é que as propostas sistematizadas em Brasília virem encaminhamentos para os territórios — e Porto Velho passe a incorporar parte dessas estratégias no planejamento da rede de proteção, com novas mobilizações e ajustes de atendimento ao longo do ciclo do Selo UNICEF. 



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