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Mundo,  Copa 2026

Gana convoca Thomas Partey e ignora pressão por acusações

Técnico Carlos Queiroz cita “presunção de inocência” e banca volante na lista para a Copa de 2026, apesar de processo no Reino Unido.

Autor

Redação

Publicado em

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2 min

Fonte

terra.com.br

Gana convoca Thomas Partey e ignora pressão por acusações
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A convocação de Thomas Partey para a Copa do Mundo de 2026 virou o principal assunto nos bastidores da seleção de Gana nesta terça-feira (3). O meio-campista foi chamado pelo técnico Carlos Queiroz mesmo respondendo, na Inglaterra, a sete acusações de estupro e uma de agressão sexual, conforme noticiado pelo Terra.

O que Queiroz disse (e o que ele evitou dizer)

Sem rodeios, Queiroz foi para a trincheira do discurso jurídico: afirmou que, “até que a Justiça tome uma decisão”, vale a presunção de inocência. E emendou com uma metáfora que já virou bordão do caso: “um dia, quando o rio encontrar o oceano, vamos descobrir a verdade”.

Na prática, é uma forma de dizer: o tema não será debatido dentro do vestiário — e ponto.

Por que a convocação pesa mais do que um nome na lista

A decisão expõe Gana a um ruído que nenhuma comissão técnica gosta de administrar em véspera de Mundial: entrevista pós-treino virando sabatina, patrocinador medindo risco de marca, e dirigente tentando separar “futebol” de “reputação” como se desse para colocar cada um numa mala diferente.

E há um detalhe importante: Partey nega as acusações e o caso segue no âmbito judicial no Reino Unido.

O contexto da lista e o efeito dominó

A convocação foi anunciada na lista final de 26 jogadores, o que aumenta o peso político do movimento: não é teste, não é amistoso — é Copa. Veículos brasileiros repercutiram o anúncio destacando que Queiroz manteve o atleta apesar da controvérsia.

Nos bastidores, a aposta costuma ser a mesma: ganhando, o barulho diminui; tropeçando, o tema engole o futebol.

Próximos capítulos

O desdobramento imediato tende a vir em duas frentes: (1) novas cobranças públicas sobre a presença do jogador às vésperas do torneio e (2) qualquer atualização do processo no Reino Unido, que pode reacender o debate a cada audiência, decisão ou novo documento apresentado.

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