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Política

MDB começa a organizar nomes em Rondônia e pode apostar em novas lideranças para 2026

Com a experiência política do senador Confúcio Moura, partido articula nominata com nomes tradicionais e novos perfis

Autor

Redação

Publicado em

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2 min

Região

📍 Porto Velho - RO

Fonte

www.emminutos.com.br

MDB começa a organizar nomes em Rondônia e pode apostar em novas lideranças para 2026
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O MDB de Rondônia começa a se movimentar para as eleições de 2026 em um cenário marcado por indefinição do eleitorado e busca por novos nomes na política estadual. Tradicional no estado, o partido carrega em sua história a presença do senador Confúcio Moura, uma das principais lideranças da sigla em Rondônia.

Confúcio tem uma trajetória consolidada: foi deputado federal por três mandatos, prefeito de Ariquemes, governador de Rondônia por dois mandatos e atualmente exerce mandato no Senado pelo MDB. Sua biografia política é frequentemente associada à municipalidade, à experiência administrativa e à construção de alianças no interior do estado.

Nos bastidores, o MDB também começa a observar nomes que possam compor sua nominata para deputado estadual em 2026. A ideia é reunir perfis experientes e novas lideranças com atuação em áreas sensíveis para a população, como saúde, segurança social, defesa das mulheres e políticas públicas de proteção.

Entre os nomes que passam a circular está o de Bruna Azevedo, de Porto Velho. Mulher, mãe e servidora pública da saúde há mais de uma década, Bruna tem construído sua pré-candidatura com foco na defesa das mulheres, no enfrentamento ao feminicídio e na valorização de políticas públicas que alcancem quem mais precisa.

Sem histórico de mandatos eletivos, Bruna aparece dentro desse movimento de renovação que alguns partidos tentam apresentar ao eleitor em 2026: candidaturas com vivência profissional, atuação social e discurso mais próximo da realidade cotidiana da população.

A pauta defendida por ela tem ligação direta com problemas que ainda desafiam Rondônia e o país, como a violência contra a mulher, a subnotificação de agressões e a dificuldade de acesso a acolhimento, saúde e proteção. Em sua apresentação pública, Bruna afirma que decidiu entrar na política por entender “o que muitas mulheres passam em silêncio” e por defender que nenhuma mulher esteja sozinha diante da violência.

Com o cenário eleitoral ainda em formação, o MDB deve seguir organizando sua base e avaliando nomes para a disputa proporcional. A presença de lideranças consolidadas, como Confúcio Moura, somada à entrada de novos perfis, pode indicar uma tentativa do partido de dialogar tanto com o eleitor tradicional quanto com uma parcela da população que busca alternativas fora dos nomes já conhecidos.

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